Minhas Delícias

Tudo o que é delicioso em minha vida: receitas, família, viagens…

Conchiglione de camarão — September 27, 2015

Conchiglione de camarão

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Desta vez não demorei, e já estou postando a receita que fiz na sexta à noite, aqui em casa.

Foi um encontro de amigas resolvido meio que de última hora – para as casadas, o vale night mais pebal que pode haver, já que foi na minha casa e trazendo os filhos… acho que nem conta como VN, né??? 🙂  Mas o que importa é que foi ótimo, regado a boa conversa, boa comida e (muitaaa) boa bebida! Hic!!!

As always, eu queria algo rápido, fácil e que pudesse ser preparado antes, e a ideia inicial foi um couscous marroquino com camarões – gostoso e à prova de erros!!! Liguei pro Pescadero, como sempre, e pedi para separarem 700 gramas de camarão fresco, já descascado (filé).

Mas quando eu vi o pacote de conchigliones no supermercado, não resisti! Fazia séculos que eu não preparava, e eu acho uma massa tão versátil – você pode rechear como quiser, é só usar a imaginação!!! Frango com ricota, carne moída, abóbora com queijo brie… tudo funciona aqui!

Na hora resolvi que faria o conchiglione com os camarões, mesmo sem ter nenhuma receita para usar como referência. Peguei ricota, para dar volume e “liga” ao recheio, e pronto, o prato principal da noite estava decidido.

É uma receita muitooo simples de se fazer, porém, com uma etapa muitooo chata de se fazer, que é rechear as  conchinhas DE UMA POR UMA… Haja paciência! Ajuda, nessa hora, é extremamente bem vinda!!!!

Aviso que as quantidades abaixo me renderam dois refratários grandes de conchigliones, todos juntinhos sem sobreposição, e que ainda sobrou macarrão sem recheio – que congelei para usar de novo, mas não sei se presta. Pode congelar macarrão??? Vamos à receita, sem mais demora!!!

1 pacote de macarrão do tipo conchiglione de boa qualidade

700 gramas de camarão fresco (mas rola tranquilo usar o congelado, de pacotinho!)

1 limão

1 cebola picada

sal e pimenta do reino

1 e meia ricota ralada no ralo grosso (daquelas redondas que a gente compra)

noz moscada para temperar

Molho branco (bechamel, faço de cabeça e usei umas 6 conchas dele para a receita toda)

Queijo ralado para gratinar

Primeiro passo é colocar os camarões no suco de limão espremido, temperando-o com sal e pimenta a gosto. Deixar na geladeira, para o bichinho não ficar ruim – camarão apodrece num piscar de olhos!!!

Em seguida, é hora de colocar o macarrão para cozinhar em água fervente e bem salgada. É importante, aqui, cozinhar a massa por muito menos temo do que o recomendado pelo fabricante, uma vez que ela continuará “crescendo/cozinhando” com o molho branco. No meu caso, o tempo recomendado era de 10 a 12 minutos, e eu deixei apenas 7 minutos.

Quando se passaram os 7 minutos, escorri o macarrão, reguei com um fio de azeite para não grudar e coloquei numa vasilha com água e duas caçambas de gelo, para cessar o cozimento do macarrão.

Enquanto a massa tava lá, separada, fui preparar os camarões. Fácil demais, só passar na chapa beeem quente untada com um pouco de azeite, em pequenas quantidades (no máximo uns 5/6 por vez, para não formar água e ele cozinhar, ficando borrachudo). Vai fritando e colocando num recipiente ao lado.

Depois de todo o camarão já frito, na mesma panela porque ela já vai estar com uma crostinha com o sabor dele, colocamos a cebola picada e uma pitada de sal. Deixa a cebola murchar e, quando ela estiver molinha, colocamos o suco de limão em que os camarões estavam antes. Dá uma mexida, espera secar um pouco (deixando o fogo bem alto para isso!), e depois jogamos o camarão nessa misturinha. Pronto, é só apagar o fogo e mudar de recipiente, para esfriar mais rápido.

Quando o camarão esfriar, é só cortar – eu cortei em pedaços médios, mas fiquei achando que em pedaços menores ficaria melhor… não sei, vou testar numa próxima vez!, misturar com a ricota e o caldinho dele, temperando tudo com sal, pimenta moída e uma raladinha de noz moscada – Nigella Lawson me ensinou uma vez que em tudo que leva leite ou derivado, uma pitada de noz moscada é providencial – testei e adotei isso para a vida!!!

Mistura do recheio pronta, é partir para a execução do prato: rechear todas os 736446 conchigliones, com o auxílio de uma colher. Sem pirangagem, por favor! Beeem recheadinho!!!

Daí é só regar o fundo do recipiente em que as conchinhas serão montadas, gratinadas e servidas com duas a três conchas do molho branco FRIO (para não já começar a cozinhar as conchas), depois colocar todas as conchas enfileiradinhas, e por fim cobrir com o restante do molho branco.

Ralar um pouco de queijo parmesão e levar ao forno para gratinar. Eu fiz à tarde e deixei na geladeira, coberto com plástico filme, e deu super certo! Tirei da geladeira meia hora antes de ir ao forno, e deixei esquentar até ficar gratinado.

Receita simples e deliciosa, pode fazer sem medo! E se fizer, manda a foto pra mim!!!

Waffle fit, light, ou sei-lá-o-quê… — September 21, 2015

Waffle fit, light, ou sei-lá-o-quê…

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Eu não sei se, tecnicamente, esse waffle é light, diet, fit ou o quê. Só sei que ele é mais saudável do que o que eu comprava congelado, e é tão gostoso quanto.

Como todos que me conhecem sabem, eu AMO comer. Sou glutona e gulosa, aprecio a boa mesa e não me farto a esse prazer que me faz tão bem.

Porém, passados os 30, tudo fica mais difícil. Então já não basta não se ter tendência para engordar, é preciso trabalhar para não se engordar. E eu, que nunca fiz dieta e nem pretendo fazer agora, tenho que malhar para continuar comendo o que gosto – e olhe que eu gosto de coisa para carambaaa!!! Mas se a gente pode ajudar comendo coisas mais saudáveis e fit, light, etc, vamos fazer isso, né?

Eu estava procurando uma receita de waffle “normal”, mas vi esses preparados pela Thais Massa, achei que pareciam gostosos e resolvi testar. Ainda bem que testei!!!

Ficaram deliciosos, textura perfeita, e na proporção que ela indica de farinhas + líquidos aconteceu um milagre: os waffles não grudaram na minha máquina!!! Sim, porque TODAS as receitas que eu já havia testado, haviam grudado. pode ter sido coincidência, mas o fato é que já repeti várias vezes, alternando várias farinhas, e sempre tem dado certo: os waffles ficam gostosos, e a massa não gruda na máquina.

O truque, aqui, é usar a proporção de 4 colheres de farinha, mas podendo variar o tipo de farinha com o que você tem em casa. Ela sugere que não se use só farinhas integrais, para não pesar demais, e nem só farinhas refinadas, para não aumentar o IG. E a receita é sem glúten, então o bom é variar com farinhas que sejam todas gluten-free, para manter a essência da coisa.

A receita original que eu peguei dela é a que copio abaixo, mas já troquei as farinhas e funcionou do mesmíssimo jeito. Aconselho, porém, que se você puder, use a farinha de amêndoas, pois acho que fica muito mais gostoso quando ela é usada…

2 colheres de sopa de farinha de amêndoas
1 colher de sopa de farinha de arroz
1 colher de sopa de polvilho doce
1 colher de sopa de óleo de coco – eu não  uso óleo de coco, troquei por azeite de boa qualidade
1 ovo
2 colheres de sopa de água
Gotinhas de essência de baunilha
Açúcar/adoçante a gosto – eu uso o demerara, que acho mais saudável, e como acho os cristais dele muito grandes, passo pelo liquidificador, para ficar na textura de açúcar refinado – fica ótimo!

Misture tudo com garfo ou fouet (eu uso o mixer) e coloque na máquina de waffle bem quente (eu diria beeeeeemmm quente, mesmo) e pincelada com óleo de coco (usei azeite aqui, novamente).

Essa receita dá um waffle certinho, mas eu pessoalmente não aguento um todo, então termina que fazendo essa quantidade, eu como em duas refeições – normalmente o café da manhã.

Para acompanhar, a imaginação é livre. Pode ser fruta com mel, ou Nutella. hahahahahahaha

Poder, pode, mas o ideal é manter a linha Fit, e para isso sugiro queijo cottage e geleia de frutas sem açúcar – tem várias excelentes no mercado, a escolha vai de acordo com o bolso de cada um!

Espero que gostem, e se alguém fizer, pode me mandar a foto! Recebi algumas do risoto de camarão e acho massa ver os amigos reproduzindo as dicas daqui!!!

Risoto de camarão e abacaxi — August 18, 2015

Risoto de camarão e abacaxi

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Primeiramente, vamos pegar o espanador e retirar o pó daqui…

Muitos dias sem postar, eu sei, mas é que à vezes rolam esses períodos de distanciamento da cozinha, seja por falta de tempo, de inspiração ou mesmo porque estamos comendo muito em restaurantes. No caso específico desse último período, foi a conjunção de todos esses fatores, mas aos poucos eu vou voltando…

Essa receita não foi feita por mim, e sim por um amigo, e ficou simplesmente deliciosa!!! Sério, de comer rezando, recomendo demais, vale a pena testar. Se estiver pensando em “pegar alguém pelo estômago” – e a pessoa não for alérgica a camarão, obviamente!!! –  essa receita é altamente indicada, pode crer!

Vou colocar aqui a receita como ele me passou, e qualquer dúvida, podem continuar me mandando e-mails ou mensagens pelo face – adorooo poder ajudar os amigos! E como a receita não é minha, se eu não souber ajudar, pergunto ao autor e repasso a resposta. Ah, as colocações em itálico são os meus pitacos – porque, né, se eu não me metesse, não seria eu… hahahahahaha  Realmente espero que ele não se incomode quando ler!!!

Vamos à receita, então:

RISOTO DE CAMARÃO COM ABACAXI
(essa quantidade é suficiente para umas 4 pessoas que comem de forma moderada)
1/2 Kg de arroz arbóreo
1/2 cebola ralada
2 dentes de alho picados finamente
1/2 cabeça de salsão
1/2 ramo de salsinha picado finamente
1/4 de uma noz moscada ralada na hora
1,5 litro de caldo de legumes ou frango (sugiro que, se for usar o industrializado, que seja o que tem menos sal, pois o queijo faixa Azul já é salgado)
2 limões
2 taças de vinho branco
Meia garrafa de azeite
150 gramas de manteiga
200 gramas de queijo parmesão faixa azul (ralado na hora, né, gente? Pacotinho nãaaooo)
1 abacaxi inteiro
750 gramas de camarões grandes GG (esses eram muito grandes mesmo, vale a pena investir)
Aqueça uma panela com um pouco do azeite, junte a cebola, o alho e o salsão e misture tudo sempre em fogo baixo, sempre mexendo em movimentos circulares.
Quando os vegetais estiverem translúcidos (o que deve demorar mais ou menos 10 minutos), acrescente o arroz arbóreo e em seguida o vinho, aumente o fogo e quando o vinho for absorvido pelo arroz, diminua o fogo e comece a colocar uma concha de caldo por vez, sem parar de mexer até que a concha de caldo seja absorvida pelo arroz, repetindo este ritual até que o caldo acabe (caso no final o arroz ainda não esteja completamente cozido, acrescente conchas de água fervente).
No final do processo, acrescente a salsinha picada e o abacaxi picado em pequenos cubos, continue mexendo e quando chegar o ponto, acrescente a manteiga e o parmesão, dê uma mexida final e tampe a panela por dois minutos. Lembre, a consistência do risoto deve estar cremosa, nem seca nem em forma de papa.
Reserve um pouco da manteiga para o camarão.
Primeiro descasque os camarões, tempere com o suco dos dois limões, sal e pimenta do reino e deixe o camarão apurar por uns vinte minutos – a dica é fazer isso logo antes do processo do risoto iniciar.
Pré-aqueça o forno – depois vocês vão entender o motivo!
Aqueça uma frigideira, coloque um pouco de manteiga e comece a fritar os camarões – o ideal é colocar poucos por vez,  no máximo uns 5, para que não haja acúmulo de líquido e, assim, o camarão fique borrachudo. Quando estiverem rosados e tenros, o que não leva 2 minutos em fogo bem alto, girando-se os lados do camarão, vá retirando da frigideira, colocando numa assadeira e levando ao forno (baixo, 180 graus) para manter aquecido e secar qualquer resquício de líquido (confesso que achei que essa técnica fosse deixar os bichinhos borrachudos, mas isso não aconteceu! Fiquei realmente surpresa!).
O ideal é deixar os camarões “pegando gosto” nos temperos a partir do momento em que você vai começar o preparo do risoto, que leva em média uns 20 minutos mesmo, e levá-los à frigideira quando estiver finalizando o risoto, ou seja, por volta da última ou penúltima adição de caldo ao arroz.
Deste modo o camarão fica pronto na hora em que se encerra o tempo de “descanso” do arroz com a manteiga e queijo ralado, e é só servir.
Em vez de se colocar o camarão misturado ao arroz, a opção foi colocar em cima, para assim o prato ficar com uma apresentação mais bela.
Para finalizar, azeite honesto e pimenta moída na hora.
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Vai me dizer que, com essa imagem, não deu vontade de correr pra cozinha agora e preparar um risoto pra você? Ou melhor, comer esse risoto feito para você? Tô dizendo, #colaEmMimQueÉSucesso, pode fazer sem medo!
Gente, na boa: ficou TOP demais, como eu já disse, podem se jogar de boa! E de preferência, podem fazer e me chamar para provar!!!! hahahahaha
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Hum, quem já veio aqui em casa sabe o quanto eu sou exagerada com comida – tipo muitooo exagerada, muito mesmo! Mas nesse dia eu me comportei de verdade, e para não ficar sem fome na hora do risoto, em vez de fazer alguma (ou algumaSSS) entradinha(s), fiz apenas essa micro tábua de frios para enganar o estômago até a hora do jantar. Tinha parma, prima donna, salame (mas não sei o tipo, só sei que detesto salame mas esse aí eu amo, comprei na Engenho Casa Forte e escolhi porque reconheci de uma vez que comi na casa de Bruno e Carol e tinha gostado… kkkkk) e mussarela de búfala intercalada com tomate seco e manjericão fresco, regados com azeite e pimenta do reino. Foi difícil me conter e não fazer mil entradinhas, mas com muito foco e força de vontade, eu consegui!!!  😉
Pavê de morango e chocolates — July 10, 2015

Pavê de morango e chocolates

Passado um tempinho sem postar – é que a vida lá fora anda, corre, voa…. – aqui estou eu de volta, e dessa vez com uma ideia super simples e rápida de sobremesa.

Chamo de pavê pois uso biscoito, e fiz com morangos mas creio que dá certo com qualquer outra fruta mais “sequinha”, tipo uva e kiwi, por exemplo.

Como sempre as fotos não são as melhores, até porque são do celular (dificuldade de lembrar de pegar a máquina na hora que estou cozinhando…), mas dá para ver que fica visualmente interessante, e garanto que o sabor é inversamente proporcional à dificuldade no preparo: pouco difícil e muitooo saboroso!

Como (quase) sempre, eu não tenho medidas exatas, faço no olhômetro e dá certo. Essa sobremesa pode ser feita tanto num recipiente único, quanto em potes individuais, como eu fiz. Acho que essas medidas renderam uns dez potes desses que usei, que são pequenos. Vamos lá:

A primeira camada é de biscoitos champagne umedecidos no leite com licor. Pode ser qualquer licor, o de sua preferência, mas sugiro algum de nozes ou algo do gênero. Nesse dia usei Amarula. Os cuidados a se ter aqui são dois: primeiro, não colocar muitooo licor, é apenas para dar aquele gostinho final, e o segundo é passar o biscoito muito rapidamente na mistura leite + licor, pois o objetivo é umedecer levemente, e não empapar!!!
A segunda camada é de morangos picados. Só isso.
A terceira camada é de chocolate meio amargo – basta levar uma caixinha (ou lata) de creme de leite ao microondas com um tablete de chocolate meio amargo, para derreter. Mexer bem e, quando esfriar um pouco, colocar em cima dos morangos.
A próxima camada é novamente de morangos.
E a última camada é de chocolate branco, que se faz da mesma forma que o creme de chocolate meio amargo, apenas substituindo-se a barra de chocolate por uma barra de chocolate branco (prefiro usar Laka, sempre!!!).
Se você preferir, pode colocar mais uma camada de biscoitos entre as duas ganaches de chocolate, fica a critério do freguês!
Para finalizar, coloquei lascas de amêndoas e pimentas rosa, mas pode ser hortelã, raspas de chocolate ou qualquer outra coisa que a imaginação permitir, fiquem à vontade!!!
É bom fazer com uma antecedência razoável, tipo umas quatro horas antes de servir, para que ele fique bem geladinho na hora!!!

Espero que gostem, fica pronto super rápido e, pelo menos aqui em casa, fez sucesso em todas as vezes que foi servido!!

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Nhoque rústico de mandioquinha — June 1, 2015

Nhoque rústico de mandioquinha

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A massa sendo preparada

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Na geladeira, no descanso antes de serem fritos

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Pronto para comer

Conforme prometi, aqui está a receita do nhoque de mandioquinha.

Infelizmente, não é de minha autoria (eu adoraria que fosse!), quem me apresentou a ele foi a Carol Quartim, vencedora da segunda edição do reality show de culinária Cozinheiros em Ação, exibido pelo GNT. Esse foi o prato autoral dela, o que ela preparou no primeiro programa.

É uma receita super fácil, e também versátil. Explico.

A Carol serviu o nhoque assado, acompanhado de molho de tomates. Eu fiz assim, como vocês podem ver na foto, mas também já fiz do modo mais “tradicional”, qual seja, cortando no formato de nhoque legítimo e levando para a água fervente, até que eles atinjam a superfície.

Fica bom de todo jeito, e para fazer do modo “tradicional” eu coloquei um ovo na massa, e mais um pouquinho de nada de farinha.

A apresentação dos meus não ficou lá essas maravilhas, mas posso garantir que o sabor fica maravilhoso, especialmente se a pessoa for adorado de mandioquinha, como eu – aliás, estou para reproduzir um prato do restaurante La Playa, aqui de Recife, que é exatamente purê de mandioquinha com camarão. Em breve testarei e postarei! Esse queimadinho da foto é queijo ralado, que maçariquei na hora de servir.

Vou colocar aqui a receita exatamente como está no site do GNT, que foi de onde copiei, e acrescentarei minhas alterações/sugestões no corpo dela. Lembro que a receita abaixo também inclui o molho de tomates, mas molho de tomates cada um faz o seu, né? Fiquem à vontade!

Ingredientes

  • 1,2kg de mandioquinha (dá para fazer uma receita muito menor, é só usar a proporção indicada – uma parte de batata para três partes de mandioquinha, e reduzir os demais ingredientes de forma proporcional)
  • 400g de batata
  • 300g de farinha de trigo
  • 200g de parmesão (eu usei mais do que isso)
  • 1,2kg de tomate italiano
  • 2 cebolas roxas
  • 2 dentes de alho
  • 150ml de vodca
  • 1 maço de manjericão
  • Noz-moscada
  • Tabasco
  • Azeite
  • Açúcar
  • Manteiga
  • Sal a gosto

Modo de preparo

  1. Coloque o tomate para cozinhar até que a casca se solte.
  2. Cozinhe a mandioquinha com a batata na panela de pressão por dez minutos.
  3. Refogue a cebola, cortada em brunoise, e o alho em azeite e use vodca para deglacear.
  4. Tire a pele do tomate, corte grosseiramente e junte com o refogado de cebola.
  5. Acrescente um pouco de manjericão e deixe reduzir.
  6. Pulse a mandioquinha com a batata no processador, sem deixar formar um purê.
  7. Tempere a mistura com noz-moscada, 50 gramas de parmesão e polvilhe farinha na superfície.
  8. Mexa até formar a massa do nhoque.
  9. Enrole, polvilhando farinha, e corte em retângulos com uma faca.
  10. Em seguida, leve à geladeira por oito minutos.
  11. Para corrigir o sal do molho, acrescente açúcar e para corrigir a acidez, coloque cinco gotinhas de tabasco e mais um punhado de manjericão.
  12. Na hora de servir, coloque mais um punhado de manjericão.
  13. Deixe o molho reduzir bem.
  14. Antes de servir, doure os dois lados do nhoque numa frigideira com manteiga.
  15. Na hora de montar, coloque o molho embaixo no prato, seguido do nhoque, um pouco de molho no centro, parmesão ralado e um raminho de manjericão.
Bolo de abacaxi invertido — May 26, 2015

Bolo de abacaxi invertido

Oi, pessoal!

Já deu para notar que a frequência que eu desejava de posts eu não vou conseguir manter, né? kkkkkkkk

Eu até gostaria, mas infelizmente há muitas obrigações na vida que precisam vir antes das postagens, e eu também tenho cozinhado pouca coisa diferente, pois ou estou na rotina diária e aí basicamente só faço a comida que Zé gosta, ou então estou na rotina de sair para conhecer novos lugares, e aí não vou deixar de conhecer novos sabores para comer a minha própria comida, né?

Enfim, a frequência de posts não é alta, mas a finalidade do blog está sendo alcançada, que é a de manter meu caderno de receitas virtual, para mim e para todos que se interessarem.

Essa receita de hoje tem cara de antigamente. É um bolo de abacaxi, daqueles que quando a gente tira da forma, fica com as rodelas caramelizadas em cima.

Há um tempo encasquetei de fazer um, vasculhei a internet atrás de uma receita prática (que não precisasse fazer caramelo previamente, por exemplo), e acabei chegando nessa – cuja origem não sei, pois está salva nos meus arquivos apenas como bolo invertido de abacaxi. Pode até ser de algum chef badalado. Acho, porém, que é uma receita de domínio público, pois na verdade qualquer bolo branco que se faça  pode se transformar nesse aqui, com a adição de abacaxis e açúcar no fundo da forma.

Vamos aos ingredientes e modo de fazer? Muito simples!!!

Vamos precisar de:

Umas 8 a 10 fatias de abacaxi maduro

03 colheres de sopa do suco de abacaxi

Cerejas em calda ou ameixas para decorar (não usei!)

100 g de farinha de trigo

100 g de açúcar

100 g de manteiga em temperatura ambiente

02 ovos

01 colher de chá de fermento em pó

1/4 de colher de chá de bicarbonato de sódio

Modo de fazer:

Unte a forma com margarina ou manteiga e ao invés de polvilhar farinha de trigo, use açúcar. Isso é o que possibilitará que se forme uma calda e o abacaxi fique cozido.

Retire os miolos das fatias de abacaxi, e as arrume no fundo da forma – se for enfeitar com ameixas ou serejas, coloque-as agora no meio das rodelas de abacaxi.

Bata bastante a manteiga com o açúcar, e em seguida acrescente os ovos. Mais uma vez, misture bem.

Em seguida, acrescente a farinha, o suco de abacaxi e, por último, o bicarbonato e o fermento. Ressalto que, como dito, pode-se usar qualquer massa de bolo branco e, inclusive, aqui se pode trocar o suco de abacaxi por leite, para ficar um bolo mais neutro e o gosto do abacaxi só ser notado quando se come o pedaço da fruta.

Essa massa tende a ficar mais firme – havia esse aviso no meu arquivo e estou repassando…

Coloque a massa pronta na forma – que já está preparada com os abacaxis – e se necessário espalhe com uma espátula para nivelar.  Leve ao forno pré aquecido (200º) por aproximadamente 25 ou 30 minutos, ou até passar no teste do palito.

Aí, é só esfriar e desenformar.

Para evitar de o abacaxi colar na forma, sugiro o truque de levar a assadeira direto à chama do fogão, com o fogo bem baixo, pois aí o caramelo derrete e solta mais facilmente.

Esse bolinho é simples e rápido, e me lembra infância, casa de vó. Adoro!!!

BOLO DE ABACAXI

Caponata de berinjela — May 19, 2015

Caponata de berinjela

A primeira vez que eu fiz uma caponata de berinjela foi há exatamente 9 anos, no distante ano de 2006, quando eu escrevia o Le Fouet.

Era uma receita da Faby, que então pilotava o Rainhas do Lar junto com a Katita, site que eu amava muito e que me apresentou grandes amigas da blogosfera, muitas ainda blogueiras e cada dia mais profissionais. Aliás, recomendo demais os blogs de ambas, eternas fontes de inspiração para mim.

Pois bem, aquela receita da Faby era muito gostosa, mas muitoooo trabalhosa! Mas quando eu digo muito, é muito mesmooooooooo!!! Haja paciência para fatiar a berinjela, e paciência não é lá minha principal qualidade – embora eu esteja trabalhando firme no propósito, podem acreditar! 😉

Enfim, adoro caponata, mas sou preguiçosa, e por isso criei a minha própria maneira de executar a receita. Sem trabalho demais, sem medidas demais (sei que isso é um problema, também estou tentando anotar as quantidades ao preparar tudo que vem para o blog, mas essa é de antes dele) e com um sabor que fica show. Sem modéstia, é uma das coisas que faço que mais faz sucesso, sempre recebo elogios por ela. Até um vegetariano já me disse que foi uma das melhores que ele já provou. Tá, parei. Já estou muito metida com minha caponata… hahahahahahaha

Vamos lá. Para fazer essa receita eu usei duas berinjelas médias, que cortei em cubos médios – tentando manter todas mais ou menos do mesmo tamanho. Cortei também um pimentão vermelho e uma cebola média em tiras (a cebola em meia lua, na verdade!). Por fim, peguei dois dentes de alho e fatiei fininho.

Aí, levei ao fogo a cebola em mais ou menos 1/3 de xícara de azeite e uma pitada de sal. Depois que ela já estava amaciada, acrescentei o alho e refoguei mais um pouco. Depois foi a vez de colocar o pimentão e refogar mais um tanto.

Alerto que deve haver sempre uma quantidade de azeite suficiente para cobrir as verduras, então pode ir colocando sempre um pouco mais. Nesta receita, muito azeite não é problema não.

Depois de refogar tudo, é hora de acrescentar a berinjela, e mexer bem. Nessa hora com certeza vai ser necessário mais azeite, e também coloco aceto balsâmico – acho que uma meia xícara, mais ou menos…

Lembro que é bom manter o fogo baixo, e após o balsâmico eu coloco um pouco de mel, algo em torno de umas duas colheres de sopa cheias, e também um pouco de água, para facilitar o cozimento.

Preciso dizer que, em relação ao balsâmico e ao mel, o que vai determinar a quantidade exata de ambos é o paladar de quem está cozinhando. Eu coloco um pouco de água porque não gosto que a acidez do balsâmico fique tão marcante, mas o ideal é ir sempre provando…

Depois de uns 15 minutos no fogo, em que mexi algumas vezes, é hora de finalizar a receita: acrescentar orégano bastante (acho que usei quase meia xícara nesse dia) e meia xícara de uva passa branca sem caroço – eu sei que tem gente que não gosta de uva passa, e eu era dessas pessoas, mas a branca é muitooo melhor que a preta e fica perfeita na caponata.

Agora é só colocar mais um azeitezinho, e deixar lá na panela, esfriando, até a hora de servir. Eu gosto de servir morninho, levemente aquecido, e combina com absolutamente tudo: qualquer tipo de pão, bolacha, torrada e até memso uma massa curta, tipo penne.

Vai por mim, essa caponata é maravilhosa demais!

CAPONATA

Gente, essa bolacha da foto é a praieira da Padaria Capela, que fica na Avenida 17 de Agosto, em Casa Forte. Recomendo demais, ela é super crocante, para mim está entre as 3 melhores praieiras da cidade!!!